sexta-feira, 24 de setembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
ENIGMA DAS ROSAS III
""
ENIGMA DAS ROSAS III
Dos mistérios da nossa bela natureza
Destacamos os enigmas das lindas rosas
Sejam elas brasileiras ou portuguesas
Eis que elas representam mulheres cheirosas
Todas muito atraentes como tu Portuguesa
Grã Poetisa e encantadora Musa graciosa
A versejar com arte e com tanta beleza
Faz-nos pensar em ti mulher maravilhosa
E sentir os suaves toques da sua grandeza
Quando a Mulher se transforma em jóia preciosa
Com seus trajes reluzentes e toda airosa,
Anda por este jardim toda voluptuosa,
E me faz sentir como espadachim que em prosa
Ou em verso quer atraí-la sim, bela Rosa.
(Dirceu Marcelino)
ENIGMA DAS ROSAS III
Dos mistérios da nossa bela natureza
Destacamos os enigmas das lindas rosas
Sejam elas brasileiras ou portuguesas
Eis que elas representam mulheres cheirosas
Todas muito atraentes como tu Portuguesa
Grã Poetisa e encantadora Musa graciosa
A versejar com arte e com tanta beleza
Faz-nos pensar em ti mulher maravilhosa
E sentir os suaves toques da sua grandeza
Quando a Mulher se transforma em jóia preciosa
Com seus trajes reluzentes e toda airosa,
Anda por este jardim toda voluptuosa,
E me faz sentir como espadachim que em prosa
Ou em verso quer atraí-la sim, bela Rosa.
(Dirceu Marcelino)
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
VIDEOPOEMA: ENIGMA DAS ROSAS II
""
ENIGMA DAS ROSAS II
Amiga, exemplo de Mãe, minha Inspiração,
Eu já sabia que eras assim, pois fui o primeiro
A receber-te com honra, grande galardão
Ao portar-me como cidadão e cavalheiro.
Fiz-lhes "brincadeiras", mas dei-lhe informação,
E tu com gentileza e esse jeitinho maneiro,
Encheu-me de alegria e adentrou meu coração,
Senti que eras Mulher, Rosa e eu o jardineiro,
Da nova e bela flor, que com muita emoção
Plantaria neste jardim junto ao jasmineiro,
Colocado ali para protegê-la botão
De rosa a desabrochar ao povo brasileiro,
Sensual e ardorosamente com excitação,
Mas antes era a Mãe sob escudo d’um guerreiro.
DIRCEU MARCELINO
ENIGMA DAS ROSAS II
Amiga, exemplo de Mãe, minha Inspiração,
Eu já sabia que eras assim, pois fui o primeiro
A receber-te com honra, grande galardão
Ao portar-me como cidadão e cavalheiro.
Fiz-lhes "brincadeiras", mas dei-lhe informação,
E tu com gentileza e esse jeitinho maneiro,
Encheu-me de alegria e adentrou meu coração,
Senti que eras Mulher, Rosa e eu o jardineiro,
Da nova e bela flor, que com muita emoção
Plantaria neste jardim junto ao jasmineiro,
Colocado ali para protegê-la botão
De rosa a desabrochar ao povo brasileiro,
Sensual e ardorosamente com excitação,
Mas antes era a Mãe sob escudo d’um guerreiro.
DIRCEU MARCELINO
terça-feira, 21 de setembro de 2010
NUVENS DE FUMAÇA
""
NUVENS DE FUMAÇA
O vapor forma uma nuvenzinha fina!
Como gostava de ver esta paisagem.
Namoro-a em sonhos como tu menina,
Vejo-te ao longe, só a tua imagem...
Como “Maria-fumaça” lá no alto da colina.
A que corria ver todo dia a passagem,
Toda vez do mesmo lugar, da tua esquina.
E como sonho com essa miragem.
Olhava o céu para ver como se dissipava,
A fumaça de meus sonhos de menino.
Mas ainda hoje. Vejo teus olhos que cintilava
Ao ver-me com teu olhar feminino.
O acorde de teu coração vibrava
E ainda aqui ressoa como um hino.
DIRCEU MARCELINO
NUVENS DE FUMAÇA
O vapor forma uma nuvenzinha fina!
Como gostava de ver esta paisagem.
Namoro-a em sonhos como tu menina,
Vejo-te ao longe, só a tua imagem...
Como “Maria-fumaça” lá no alto da colina.
A que corria ver todo dia a passagem,
Toda vez do mesmo lugar, da tua esquina.
E como sonho com essa miragem.
Olhava o céu para ver como se dissipava,
A fumaça de meus sonhos de menino.
Mas ainda hoje. Vejo teus olhos que cintilava
Ao ver-me com teu olhar feminino.
O acorde de teu coração vibrava
E ainda aqui ressoa como um hino.
DIRCEU MARCELINO
CAMINHOS DE FERRO II - HOMENAGEM A TARSILA DO AMARAL
""
CAMINHOS DE FERRO II - PINTURA DE RAFARD
O caminho de ferro está traçado
Com o trenzinho em tua gravura
E o rio Capivari ali esboçado
Historia o início de tua cultura.
A confluência natal de teu legado,
Deixa-nos ver sem esforço ou procura
O engenho central bem delineado
Na linha de traço negro da textura
E bem ao alto a mata de São Bernardo,
Ao centro as casas com suas brancuras
E a Matriz em plano mais elevado,
Sobrepõe-se ao verde da agricultura
E as ruas e estradas de tom amarronzado
Do primeiro mote de tua pintura.
DIRCEU MARCELINO
CAMINHOS DE FERRO II - PINTURA DE RAFARD
O caminho de ferro está traçado
Com o trenzinho em tua gravura
E o rio Capivari ali esboçado
Historia o início de tua cultura.
A confluência natal de teu legado,
Deixa-nos ver sem esforço ou procura
O engenho central bem delineado
Na linha de traço negro da textura
E bem ao alto a mata de São Bernardo,
Ao centro as casas com suas brancuras
E a Matriz em plano mais elevado,
Sobrepõe-se ao verde da agricultura
E as ruas e estradas de tom amarronzado
Do primeiro mote de tua pintura.
DIRCEU MARCELINO
Assinar:
Postagens (Atom)